Uma dupla de artistas de Seul separou por computador os rostos de alguns filmes, a cada 24 frames, e com base nisso criou um retrato “mesclado” com as faces de todos os personagens.
O resultado final é o que se pode chamar de retrato “fantasma”, praticamente amorfo, mas que ainda assim distingue visualmente seu filme de origem. Dentre os filmes escolhidos para o projeto: Avatar, The Matrix, Amelie Poulain, Kill Bill Vol. 1 e Old Boy.

Para saber mais: FastCompany e Shinseungback Kimyonghun

Game On, World" é o mote da nova campanha da Nike, que transforma o mundo dos esportes em cenário de videogames. Através do já conhecido Nike+, sistema de rastreamento de atividades físicas, o vídeo mostra atletas correndo e pulando por ruas, prédios e becos como personagens clássicos de videogame - pense em um mashup de Sonic, Mario e Donkey Kong, mas com atletas como personagens principais.

O mais curioso é o quanto essa estratégia de transformar esportes em jogos, quantificando pontos e achievements - acabou por transformar a Nike em uma plataforma de jogos, além da mera gamificação como sistema de recompensas. Considerando que vários esportes de alto impacto estão representados com a implementação do sistema Nike+ e seus respectivos apps e calçados rastreando passos, quilômetros corridos e calorias perdidas, não soaria estranho dizer que todos somos parte deste “novo” videogame.

A dica musical da semana é o Purity Ring, banda/dupla canadense de Montreal que surgiu em 2010 e tem essa sonoridade bastante peculiar. Misto de synth pop e drone, com uma atmosfera meio etérea, meio fantástica, o som deles remete a projetos como o da (também) canadense Grimes. Além disso, assinaram (também) com a 4AD Records. 
A gravadora liberou essa semana uma faixa pra download, aqui, e o primeiro álbum deles, Shrines, sai no dia 24 de julho.

A revista norte-americana The Atlantic publicou uma análise sobre o crescimento do segmento mobile para mídia e publicidade nos EUA. Boa parte do texto chama a atenção para as vantagens do segmento para novos investimentos: diversidade de táticas de publicação, qualidade dos trabalhos apresentados, abertura à inovação e experimentação e o fato de estarmos apenas no início da “era de ouro” dessa nova mídia. Mas se há um fator realmente atrativo para esse novo tipo de investimento - levando em consideração o mercado analisado - é o fator cultural. Com uma quantidade de tempo cada vez mais dedicada à smartphones e tablets, ao invés de televisão e mídia impressa, é surpreendente que grande parte do investimento ainda seja direcionado às mídias tradicionais, que perdem fatias de nossa atenção a medida que os apps, tão ubíquos em sistemas mobile, passam a dominar (e até mesmo organizar) nossas vidas offline e ganhar o espaço de mercados multibilionários, como os de gaming, varejo, distribuição de conteúdo multimídia, fotografia e viagens.Como reflexão, essa citação no the Daily Beast dá conta do quanto nossos gadgets mudaram nossa relação social:
"The point is that technologies like the Blackberry change our social fabric in ways that we often cannot see, and therefore cannot fully reason about. McLuhan argued that technologies can never be fully grasped in the present, but only after we establish some distance from them. Today we lament the downfall of Research In Motion as if it were an athlete whose prodigious career was cut short by hubris. But perhaps the truth is even weirder than that. Ruined or not, Blackberry has left us with the most distinctive social tic since cigarettes. And cigarettes may be deadly and disgusting, but they’re cool and chic too." Alta resolução

A revista norte-americana The Atlantic publicou uma análise sobre o crescimento do segmento mobile para mídia e publicidade nos EUA. Boa parte do texto chama a atenção para as vantagens do segmento para novos investimentos: diversidade de táticas de publicação, qualidade dos trabalhos apresentados, abertura à inovação e experimentação e o fato de estarmos apenas no início da “era de ouro” dessa nova mídia. 

Mas se há um fator realmente atrativo para esse novo tipo de investimento - levando em consideração o mercado analisado - é o fator cultural. Com uma quantidade de tempo cada vez mais dedicada à smartphones e tablets, ao invés de televisão e mídia impressa, é surpreendente que grande parte do investimento ainda seja direcionado às mídias tradicionais, que perdem fatias de nossa atenção a medida que os apps, tão ubíquos em sistemas mobile, passam a dominar (e até mesmo organizar) nossas vidas offline e ganhar o espaço de mercados multibilionários, como os de gaming, varejo, distribuição de conteúdo multimídia, fotografia e viagens.

Como reflexão, essa citação no the Daily Beast dá conta do quanto nossos gadgets mudaram nossa relação social:

"The point is that technologies like the Blackberry change our social fabric in ways that we often cannot see, and therefore cannot fully reason about. McLuhan argued that technologies can never be fully grasped in the present, but only after we establish some distance from them. Today we lament the downfall of Research In Motion as if it were an athlete whose prodigious career was cut short by hubris. But perhaps the truth is even weirder than that. Ruined or not, Blackberry has left us with the most distinctive social tic since cigarettes. And cigarettes may be deadly and disgusting, but they’re cool and chic too."

Beyond The Black Rainbow
Já faz algum tempo que estou fascinado por esse filme, e o trailer, apesar de esquisito e psicodélico por si só, não dá idéia do quanto a visão do diretor Panos Cosmatos beira a loucura e a paranóia.
A história se passa em 1983, no fictício Arboria Institute, e nos coloca como testemunhas do sofrimento de Elena, paciente e “prisioneira” do dr. Barry Nyle - que conduz experimentos psicológicos terríveis nela. Altamente sedada, ela tenta fugir do pesadelo que vive no instituto, e é ao mesmo tempo vítima/testemunha de algumas das cenas mais aterrorizantes já filmadas no gênero do terror psicológico, desde os clássicos de David Cronenberg, de Videodrome e Scanners, ao terror intimista e gélido de Stanley Kubrick, em 2001 e The Shining.

Nessas horas você percebe o quanto está velho: a série de games de RPG Final Fantasy completa 25 anos hoje! E este foi o bolo comemorativo :)
squareenix:

In celebration of the 25th Anniversary of Final Fantasy, we had a special cake made out to mark this momentous year during E3 2012. Cheers to another 25 years!
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Nessas horas você percebe o quanto está velho: a série de games de RPG Final Fantasy completa 25 anos hoje! E este foi o bolo comemorativo :)

squareenix:

In celebration of the 25th Anniversary of Final Fantasy, we had a special cake made out to mark this momentous year during E3 2012. Cheers to another 25 years!

Microsoft Smart Glass é a nova plataforma revelada hoje pela Microsoft, na E3. Anteriormente sugerido como um concorrente ao AirPlay (tecnologia de comunicação sem fio da Apple) e WiiU (novo console da Nintendo), o Smart Glass foi definido como um app que se integra ao Xbox 360 e pode ser rodado de qualquer tablet ou smartphone com sistemas Windows, Windows Phone, iOS e Android.

O conceito é de integração total com os conteúdos disponíveis no Xbox - sejam eles filmes, programas de TV ou jogos. O vídeo de demonstração na E3 destaca algumas possibilidades da nova plataforma de interação, tais como ter acesso completo aos controles do console; assistir filmes entre um tablet e o console e ter acesso a créditos e outras informações; um mapa interativo com localização das personagens de Game of Thrones; ou ainda, alterar a estratégia de um jogo, tudo realizado em tempo real. A previsão de lançamento do Smart Glass é para o terceiro trimestre, nos EUA.

fonte: CNET 

O blog VG Junk deu um passo à frente na tendência sem fim dos jogos com estética retrô (como na era dos videogames 8-bit), e “imaginou” como seriam jogos baseados em alguns dos filmes e séries que nunca foram licenciados para a linguagem dos videogames - na mesma tradição de jogos terríveis daquela época, tais como Total Recall, ET, Conan e Robocop 3.Aí que deu uma vontade de voltar lá nos anos 80/90 e ter a possibilidade de jogar games como Blade Runner, Hellraiser, A Clockwork Orange, Re-Animator, IT, entre outros. E provavelmente ficar traumatizado com as versões de The Shining e Videodrome - os filmes nunca são o bastante! Veja todas as idéias para estes jogos aqui, aqui e aqui.
(via io9) Alta resolução

O blog VG Junk deu um passo à frente na tendência sem fim dos jogos com estética retrô (como na era dos videogames 8-bit), e “imaginou” como seriam jogos baseados em alguns dos filmes e séries que nunca foram licenciados para a linguagem dos videogames - na mesma tradição de jogos terríveis daquela época, tais como Total Recall, ET, Conan e Robocop 3.
Aí que deu uma vontade de voltar lá nos anos 80/90 e ter a possibilidade de jogar games como Blade Runner, Hellraiser, A Clockwork Orange, Re-Animator, IT, entre outros. E provavelmente ficar traumatizado com as versões de The Shining e Videodrome - os filmes nunca são o bastante! Veja todas as idéias para estes jogos aqui, aqui e aqui.

(via io9)